<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351</id><updated>2011-09-18T06:36:36.100-07:00</updated><title type='text'>Bismarck</title><subtitle type='html'>Príncipe Otto von Bismarck-Schönhausen, Duque de Lauenburg (1815 - 1898) foi, junto a Napoleão e Marx, o homem cuja a vida trouxe mais impactos ao seu século. Enquanto primeiro-ministro da Prússia (1862 - 1890) unificou a Alemanha, depois de uma série de guerras vitoriosas, tornando-se o primeiro Chanceler (1871 - 1890) do Reich Alemão, sua a política pautou-se pelo nacionalismo e pelo militarismo. Conservador e monarquista, Bismarck tornou-se conhecido como o Chanceler de Ferro.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>26</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111897204769020576</id><published>2005-06-16T14:59:00.000-07:00</published><updated>2005-06-16T18:34:07.700-07:00</updated><title type='text'>Mayer X Barraclough: o deslocamento do centro da política internacional</title><content type='html'>A primeira metade do século XX é, segundo Arno J. Mayer, “um divisor de águas fundamental na história da Europa”. Isso se deve ao fato de que, a partir desse momento, o sistema internacional se modifica, e seu centro deixa de ser o velho continente. As causas dessa transformação são os objetos principais dos textos “A força da tradição”, do já citado Arno J. Mayer, e “Do equilíbrio europeu de poder à era da política mundial”, capítulo pertencente ao livro “Introdução a história contemporânea” de G. Barraclough.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Mayer, a decadência do antigo regime europeu está relacionada com as elites européias. Essas, tiveram sua participação política reduzida após a queda do sistema feudal. Contudo, perpetuaram seu domínio sobre cargos militares, econômicos, burocráticos e também sobre setores culturais estratégicos. Para defender seu predomínio material, social e cultural, essas elites tentaram restabelecer sua influência política, aumentando as tensões nacionais e internacionais. Essas tensões eclodiram na Grande Guerra, ou seja, no estopim para a dissolução do antigo regime europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barraclough defende que a mudança na posição política européia se deve a dois fatores: o surgimento de novas áreas de interesse e de conflito na Ásia, e o surgimento e fortalecimento de potências extra-européias. Estados Unidos, Japão e Rússia tinham interesses em áreas do Extremo Oriente, importantes para segurança própria e desenvolvimento, e por isso não permitiram que as potências européias repartissem essas áreas entre si, como fizeram com a África. Para Barraclough isso é um fato decisivo na decadência européia. Além disso, cita a revolução bolchevista na Rússia e a entrada decisiva dos Estados Unidos na guerra como o marco do início de uma política mundial. O mundo foi dividido em dois grandes blocos, sob influências de duas superpotências: Os Estados Unidos e a União Soviética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, é possível concluir que ambos os autores concordam que o início do século XX marcou o fim de uma era européia. O impasse surge na discussão dos antecedentes a esse fim. Ao contrário de Mayer, Barraclough acredita que essas causas são exteriores ao continente europeu. Mayer acredita que a própria estrutura da sociedade européia foi responsável por sua derrocada. O fato é que o velho continente deixou de ser o centro da política internacional após as guerras mundiais, tenha isso ocorrido por motivos internos, externos ou uma possível combinação de ambos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111897204769020576?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111897204769020576/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111897204769020576' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111897204769020576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111897204769020576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/06/mayer-x-barraclough-o-deslocamento-do.html' title='Mayer X Barraclough: o deslocamento do centro da política internacional'/><author><name>Paula Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08733117677194968807</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111880978552682933</id><published>2005-06-14T23:26:00.000-07:00</published><updated>2005-06-14T21:29:45.536-07:00</updated><title type='text'>As revoluções industriais e o imperialismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A primeira revolução industrial (1757-1860) surgiu na Inglaterra após a Revolução Gloriosa e caracterizou-se pela passagem da manufatura à indústria mecânica. No pioneirismo inglês pode-se destacar seu poderio naval que permitiu a burguesia abrir mercados na periferia mundial e assegurar o seu lucro graças à lógica da “Pax Britânica”. Essa liderança inglesa no primeiro processo de industrialização conferiu ao país uma vantagem estimada em 50 anos de desenvolvimento econômico em relação aos demais países europeus, o que foi essencial para frustrar o bloqueio econômico idealizado por Napoleão e manter uma hegemonia geopolítica num sistema marcado pelo capitalismo industrial e o livre comércio. A segunda revolução industrial (1850-1860) promove uma universalização desse processo capitalista marcado por inovações tecnológicas, industriais e econômicas que passam a englobar outras regiões além da Europa. No entanto ocorre também uma mudança na estrutura econômica do sistema internacional. Aos poucos, o capital concentra-se ao redor de grandes corporações, de sociedades anônimas, de “Trusts” que subordinam o capital financeiro à lógica especulativa e criam assim um verdadeiro “amálgama” do capitalismo.&lt;br /&gt;Imperialismo pode ser entendido como uma política colonial de caráter   expansionista que, a partir da segunda metade do século XIX, marcou a política externa de países como a Inglaterra, a França, a Alemanha, os Estados Unidos e o Japão. Segundo Hobsbawn, o imperialismo seria uma conseqüência previsível de um sistema internacional composto por potências capitalistas rivais, que, concorriam de forma intensificada devido a uma pressão econômica conjuntural. Ainda na visão do autor, foi a procura simultânea das grandes potências por novos mercados consumidores nas regiões periféricas que resultou no imperialismo. Já para Lênin, o imperialismo seria uma etapa natural do capitalismo avançado. Apesar de reconhecer as transformações sociais e políticas, segundo o mesmo, foi a substituição do capitalismo competitivo pelo monopolista que trouxe o imperialismo, ou seja, a dominação do capital financeiro sobre a vida econômica e política da sociedade.&lt;br /&gt;Desta forma, torna-se possível estabelecer uma relação entre as revoluções industriais e as “corridas” imperialistas (Napoleônica, Bismarckiana, Victoriana). Independente das diferenças entre os pontos de vista dos dois autores, fica em evidência as conseqüências maléficas do imperialismo, fato que culminaria com a Primeira Guerra Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111880978552682933?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111880978552682933/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111880978552682933' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111880978552682933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111880978552682933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/06/as-revolues-industriais-e-o.html' title='As revoluções industriais e o imperialismo'/><author><name>Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04588692176315105537</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111852687882199262</id><published>2005-06-11T14:54:00.000-07:00</published><updated>2005-06-11T14:54:38.826-07:00</updated><title type='text'>2a. Revolução Industrial</title><content type='html'>Responda as questões abaixo e responda até QUARTA-FEIRA 15/06.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Diferencie a 1a. da 2a. Revolução industrial enfatizando o impacto de ambas na configuração do Sistema Internacional (G. Barraclough).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Defina Imperialismo, e discuta as definiçÕes de Lênin e Hobsbawn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIMITE: 1 paragrafo cada questão e mais um parágrafo de conclusão relacionando ambas as questões. Máximo de 15 linhas cada parágrafo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111852687882199262?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111852687882199262/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111852687882199262' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111852687882199262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111852687882199262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/06/2a-revoluo-industrial.html' title='2a. Revolução Industrial'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111832772021506782</id><published>2005-06-09T07:33:00.000-07:00</published><updated>2005-06-16T05:30:52.046-07:00</updated><title type='text'>Direitos Autorais no Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O artigo 184 do Código Penal brasileiro, que trata das possíveis violações do direito autoral é uma norma penal considerada “em branco”. Norma penal em branco é aquela que depende de outra norma para ser aplicada. No caso, o artigo 184 carece de uma pormenorização do que é o direito autoral, a qual só será encontrada no direito civil, por intermédio da lei nº 9610/98, que em seu artigo 1º classifica o direito autoral como “os direitos de autor e os que lhes são conexos”, e em toda a sua extensão deixa claro o direito subjetivo resguardado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Levando-se em conta os aspectos penais da infração, a mesma é consumada com a efetiva violação do direito protegido pela lei nº 9610/98, podendo o infrator incorrer em pena de detenção de 3 meses a 1 ano ou multa, agindo conforme o &lt;em&gt;caput&lt;/em&gt; do artigo 184 CP. Se o infrator incorrer também nos §§ 1º ou 2º do referido artigo, que dizem respeito à violação com intuito de lucro direito ou indireto, estará sujeito a reclusão de 1 a 4 anos e multa. Convém frisar aqui a sutil distinção entre detenção e reclusão: esta deve ser cumprida em regime fechado, semi-aberto ou aberto; aquela em regime semi-aberto ou aberto. Interessante esclarecer também que, ao contrário do que em geral pode-se imaginar, em qualquer dos casos a simples tentativa sem consumação não é punida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Citando os aspectos meramente civis, esclarecidos pela já citada lei nº 9610/98, o comportamento delituoso expõe o acusado a sanções civis, como pagamento de multa indenizatória, destruição do material utilizado para a realização da infração e dos exemplares produzidos, sem que estas excluam as sanções penais. Pode assim ocorrer do infrator ser processado e punido civil e criminalmente pelo mesmo delito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111832772021506782?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111832772021506782/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111832772021506782' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111832772021506782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111832772021506782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/06/direitos-autorais-no-brasil.html' title='Direitos Autorais no Brasil'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00628901493763603760</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111819617588156255</id><published>2005-06-07T18:59:00.000-07:00</published><updated>2005-06-07T19:02:55.886-07:00</updated><title type='text'>Desequilibrando</title><content type='html'>Antes da sua unificação, a Alemanha se encontrava em um contexto de Confederação Germânica, merecendo destaque como forças maiores estavam a Áustria e a Prússia. Vale a pena lembrar que a união política foi precedida por uma unificação econômica, chamada Zollverein (uma união aduaneira de domínio da Prússia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1891, Otto Von Bismarck assume o cargo de Primeiro Ministro Prussiano e inicia uma política que se baseiava no afastamento da Áustria da Confederaçao, podendo, dessa forma, impor as preferências da Prússia. Junto a isso ele adotou medidas anti-liberais e incentivou o acontecimento de guerras que favoreceram a unificação, à essa política deu-se o nome de Realpolitik.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Guerra dos Ducados foi o combate em que a Prússia e Áustria lutam unidas pela posse dos ducados de Slesving e Holstein, ambos localizados na Dinamarca. A Guerra Austro-Prussiana ocorre quando Bismarck invade Holstein (França se mantém neutra), a vitória da Prússia faz com que a Áustria saia da Confederação Germânica e a França exige compensações pela política de neutralidade. A Guerra Franco-Prussiana se deu na tentativa unificar as confederações do Norte e do Sul que se opunham. A idéia se consolida e é formada a Monarquia Federal Germânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conseqüências da atuação de Bismarck são diversas, entre elas cabe destacar: o revanchismo francês (que perde a Alsácia - Lorena), o fim do Equilíbrio Europeu (defendido por Metternich mas que não faz parte da Realpolitik), o atraso alemão em relação as outras potências na corrida imperialista e a Kulturkampf (luta pela cultura) onde os católicos eram considerados opositores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111819617588156255?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111819617588156255/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111819617588156255' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111819617588156255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111819617588156255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/06/desequilibrando.html' title='Desequilibrando'/><author><name>leila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10760773745309128413</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111771404108175470</id><published>2005-06-02T05:05:00.000-07:00</published><updated>2005-06-02T05:07:21.086-07:00</updated><title type='text'>Marx e o Sistema Internacional</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;   O texto “O manifesto comunista e o elo perdido do sistema internacional” escrito por Luis Fernandes tenta mostrar como as idéias de Marx e Engels contidas no Manifesto Comunista que influenciaram as relações internacionais no século XX.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;   Marx expõem em seu livro que o mundo moderno é, precisamente, o processo de gênese, consolidação, e expansão global da forma de produção capitalista. Essa ruptura histórica que deu origem ao mundo moderno foi preparada pela expansão do capital mercantil na época dos descobrimentos, viabilizando a “acumulação primitiva” e o advento do capitalismo moderno.&lt;br /&gt;No entanto, esta visão não é compartilhada pelos estudiosos de relações internacionais, que consideram o pensamento marxista nulo para a compreensão do sistema internacional. Para estes estudiosos, o sistema internacional é fruto de um processo de institucionalização de territórios separadas e especializados de saber nas universidades do mundo anglo-saxão.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;   Luis Fernandes tenta mostrar em seu texto que o capitalismo gerou, além de um sistema internacional composto por Estados centralizados soberanos, um sistema transnacional, integrado a um mercado global em formação. Sendo assim, a grande novidade do século XX não foi propriamente a criação de uma economia global capitalista, mas a expansão do sistema de comunidades políticas soberanas.&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;   Desta maneira, pode-se chegar a conclusão de que os estudiosos de relações internacionais estão equivocados ao ignorar por completo a contribuição de Marx e Engles contida no Manifesto Comunista, já que estes propuseram uma visão alternativa que explicasse de forma coerente o sucesso do capitalismo global no mundo moderno.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111771404108175470?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111771404108175470/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111771404108175470' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111771404108175470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111771404108175470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/06/marx-e-o-sistema-internacional.html' title='Marx e o Sistema Internacional'/><author><name>Tiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16311810579794187193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111758418917934752</id><published>2005-05-31T16:56:00.000-07:00</published><updated>2005-05-31T17:03:09.183-07:00</updated><title type='text'>Insônia</title><content type='html'>No século XVIII, o Haiti, colônia francesa, era o maior produtor mundial de açúcar, esta rica colônia também exportava algodão e rum. A elite era branca e os escravos negros (98% da população descendia de africanos).Os frutos doces eram provenientes de um trabalho amargo numa terra regada de sangue. Dessa forma, os negros eram amamentados com caldo de cana e espírito de rebelião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Revolucao Francesa estimulou o sentimento de revolta. Em 1791, liderados pelo negro Toussaint Louveture, os escravos da ilha se levantaram. Os senhores de engenho queimavam os canaviais porque havia rebeldes escondidos neles. Preferiam destruir o país a ter que entregá-lo aos negros que exigiam justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1802, as tropas napoleônicas desembarcaram no Haiti dando um banho de sangue e Louverture foi levado até a França para ser fuzilado. Entretanto, as lutas continuaram e agora, em 1825, o país finalmente consegue sua independência. Os donos de escravos de todo continente estão tendo pesadelos com a possibilidade de acontecer uma revolta de escravos parecida com a do Haiti.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111758418917934752?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111758418917934752/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111758418917934752' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111758418917934752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111758418917934752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/05/insnia.html' title='Insônia'/><author><name>leila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10760773745309128413</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111749249219605357</id><published>2005-05-30T19:34:00.000-07:00</published><updated>2005-05-30T15:34:52.203-07:00</updated><title type='text'>O Uruguai no século XIX</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O início do &lt;a title="Século XIX" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;século XIX&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; viu&lt;/span&gt; o surgimento de movimentos de independência por toda a &lt;a title="América do Sul" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_do_Sul"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;América do Sul&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, incluindo o Uruguai, então conhecido como a Banda Oriental, cujo território foi disputado pelos estados nascentes do &lt;a title="Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Brasil&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, herdeiro de Portugal, e de Buenos Aires, herdeira &lt;span style="color:#000000;"&gt;do&lt;/span&gt; &lt;a title="Vice-reinado do Prata" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Vice-reinado_do_Prata&amp;action=edit"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Vice-reinado do Prata&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; da Espanha. &lt;br /&gt;No entanto, de 1810 a 1811, José Gervasio Artigas lança uma revolta contra os espanhóis. Esse levante permite a expulsão dos colonos em 1814 e a instalação de um governo nacional em 1815. Artigas torna-se então um herói nacional. Porém, em 1821, Portugal força uma intervenção e anexa a região ao Brasil sob o nome de Província da Cisplatina. Em resposta, um grupo chamado de Trinta e Três Orientais comandado por Juan Antonio Lavelleja organiza revoltas durante os anos de 1821 e 1823, mas que não obtêm o resultado esperado.&lt;br /&gt;Em 25 de agosto de 1825, a província do Uruguai declara sua independência ao Brasil. Mas é somente em 27 de agosto de1828, com a Guerra da Cisplatina, entre Brasil e Argentina, pela posse da região que sua independência se torna possível, através  &lt;span style="color:#000000;"&gt;do &lt;/span&gt;&lt;a title="Tratado de Montevideu" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tratado_de_Montevideu&amp;action=edit"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Tratado de Montevidéu&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. As negociações para a independência tiveram o auxílio de &lt;/span&gt;&lt;a title="George Canning" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=George_Canning&amp;amp;action=edit"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;George Canning&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, então ministro das relações exteriores inglês, sob a perspectiva de se consolidar a livre navegação do &lt;/span&gt;&lt;a title="Rio da Prata" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_da_Prata"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;rio da Prata&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;. Foi &lt;/span&gt;&lt;a title="Artigas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Artigas"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Artigas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, entretanto, a pessoa capaz de aglutinar as expectativas uruguaias de independência internamente, cabendo a ele o mérito pela independência uruguaia.&lt;br /&gt;A primeira Constituição é adotada em 18 de julho de 1830. Durante os setenta anos seguintes, o Uruguai envolve-se em numerosos conflitos com seus países vizinhos. Além disso, em 1839, uma guerra civil divide o país entre os conservadores, representados por Manuel Oribe, chamados de blancos e os liberais ou colorados, liderados por José Fructuoso Rivera. Esse conflito estende-se até 1851 quando ocorrem as intervenções contra Manuel Oribe de Brasil e Argentina, esta última liderada pelo ditador Juan Manuel de Rosas.  Já as intervenções brasileiras na região em 1864, contra Atanasio Aguirre, em apoio ao general Venâncio Flores – têm como reação a intervenção paraguaia. A qual pode ser apontada como uma das origens da guerra que durou até 1870 entre esse país e a Tríplice Aliança - formada pelo Uruguai, Brasil e Argentina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111749249219605357?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111749249219605357/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111749249219605357' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111749249219605357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111749249219605357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/05/o-uruguai-no-sculo-xix.html' title='O Uruguai no século XIX'/><author><name>Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04588692176315105537</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111701383362507752</id><published>2005-05-24T19:35:00.000-07:00</published><updated>2005-05-25T02:37:13.630-07:00</updated><title type='text'>A Política Internacional e a Independência da América Latina</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Toda a questão de independência americana se deveu, inicialmente, a políticas européias em relação a suas colônias e como mantê-las oferecendo lucro para as suas metrópoles, sem, entretanto, favorecer as Nações inimigas. Neste contexto, Napoleão teve uma importância fundamental, influenciando definitivamente as políticas externas de todas as grandes potências, como, por exemplo, a relação Portugal-Brasil, que foi totalmente revista após a fuga da família real para a colônia, a Espanha, que após ser dominada e ter um rei francês propicia toda uma mudança de pensamento nas colônias, que não aceitavam se subjugar a um novo imperador, e a Inglaterra que faz todo o possível para não perder o controle sobre seus parceiros comerciais, mantendo por muito tempo uma diplomacia ambígua a fim de não se indispor com nenhum dos lados, metrópoles e colônias, mantendo-se assim em constante desenvolvimento apesar das turbulências. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nesta época, os Estados Unidos ainda não se sentiam fortes o bastante para intervir e só o fizeram em 1823, após uma série de embates diplomáticos, nos quais as metrópoles européias não abriam mão de sua hegemonia nos países americanos. Ainda assim a Inglaterra não se resignou e fez uso de sua força naval para continuar negociando com a América, fazendo acordos comerciais, mantendo-se isolada da Santa Aliança, que defendia a não-legitimidade da independência das ex-colônias, pressionando toda a Europa a agir de acordo com seus interesses. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O caso do Brasil é único. O fato de Dom Pedro ser ao mesmo tempo o herdeiro do trono português e o imperador do Brasil facilitou a apreciação de um acordo que preservasse a continuidade monárquica sob a mesma dinastia Bragança. Além disso, a ruptura foi  repentina e relativamente pacífica e, embora as relações entre Portugal e Brasil estivessem longe de ser amistosas, faltava neles a intransigência, exacerbada por longa guerra, que caracterizou os entendimentos entre a Espanha e a América Espanhola. Este já desfrutava de relações diretas com a Europa do tempo em que a família real ali esteve, além de gozar da proteção austríaca, concedida pelas relações familiares, visto que Dom Pedro I era casado com uma Habsburgo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em verdade, verificou-se mais tarde que todo o interesse europeu nas questões americanas não era tão compensador. As potências européias superestimaram os possíveis lucros em todo o processo conflituoso. Apesar da grande relevância das questões européias em todo este processo, as novas Nações independentes voltaram-se para si próprias e não ofereceram muitas vantagens, tendo tido durante todo o século XIX uma importância considerada restrita no cenário internacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111701383362507752?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111701383362507752/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111701383362507752' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111701383362507752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111701383362507752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/05/poltica-internacional-e-independncia.html' title='A Política Internacional e a Independência da América Latina'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00628901493763603760</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111655028260671932</id><published>2005-05-19T17:41:00.000-07:00</published><updated>2005-05-19T17:59:11.520-07:00</updated><title type='text'>Ninguém quer dar uma colher de chá....</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;O episódio da "Boston Tea Party" (Festa do Chá de Boston), no qual colonos vestidos de índios invadiram navios da Companhia das Índias Orientais e jogaram as caixas de chá no mar, foi causado por um acúmulo de impostos e taxações que vinham sendo atirados sobre as Treze Colônias. Entre eles podemos citar: a &lt;em&gt;Lei do Açúcar&lt;/em&gt;, a &lt;em&gt;Lei do Selo&lt;/em&gt;, os &lt;em&gt;Atos de Townshed&lt;/em&gt; e a própria &lt;em&gt;Lei do Chá&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Todavia, parece que a situação está apenas piorando já que acabam de ser decretadas as Leis Intoleráveis! Entre as medidas se destacam: o fechamento do Porto de Boston até que seja paga uma indenização pelas mercadorias destruídas, o desembarque de novas tropas inglesas na América, a redução dos poderes dos tribunais coloniais e a transformação de Massachussets em colônia Real sob a autoridade direta da Corôa Britânica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Com isso, o controle da metrópole sobre a colônia está se tornando ainda maior. As primeiras informações obtidas são de que essa tentativa de tentar sustentar um Pacto Colonial nas Treze Colônias será combatida. Ainda não foi concretizada nenhum tipo de organização, mas já está sendo falado em um possível Congresso com caráter não-separatista visando conciliar os interesses ingleses e coloniais, tentando assim evitar uma ruptura política entre metrópole e colônia.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111655028260671932?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111655028260671932/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111655028260671932' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111655028260671932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111655028260671932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/05/ningum-quer-dar-uma-colher-de-ch.html' title='Ninguém quer dar uma colher de chá....'/><author><name>leila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10760773745309128413</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111646802186641538</id><published>2005-05-17T22:59:00.000-07:00</published><updated>2005-05-18T19:00:21.873-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Seria aqui o início do &lt;em&gt;Mosaico&lt;/em&gt;...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            O filme “Revolution” começa ilustrando os episódios que antecederam as guerras de independência norte-americana, através de uma trama entre um pai, Tom Budd, e seu filho, Ned. Graças a esses personagens, o filme aborda o processo de independência, mostrando-nos alguns fatos históricos importantes, como por exemplo, os levantes populares, os Atos da Coroa Inglesa ou os congressos organizados na Filadélfia que levariam Washington ao poder.&lt;br /&gt;            No entanto, fica claro que a intenção do Diretor não é a de fornecer-nos um documentário mas um romance sobre a independência norte-americana.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Isto é evidenciado pelas duas estórias de amor que transcorrem ao longo do longa-metragem. A primeira trata-se da relação entre Tom, um americano humilde, e Daisy, uma jovem aristocrata fervorosamente engajada apesar da orientação oposta de sua família. Aliás, família esta, que nos fornece um excelente exemplo de uma parcela da sociedade que estava majoritariamente interessada em lucrar financeiramente com os conflitos, indiferentes às ideologias em jogo. Já Daisy representa uma revolucionária corajosa, o que pode ser visto como uma tentativa de se destacar a importância da participação feminina na independência norte-americana. A outra estória é entre Ned e uma jovem de origem judaica.&lt;br /&gt;            Essas duas estórias, assim como as cenas de batalhas, levam-nos por um panorama do que pode ter sido a luta pela independência norte-americana, onde os personagens são  escolhidos em classes sociais e etnias distintas (brancos, índios, negros) certamente com a intenção de ilustrar o mito sobre o qual repousa a construção dessa sociedade: uma terra para todos, onde os Homens seriam livres e iguais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111646802186641538?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111646802186641538/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111646802186641538' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111646802186641538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111646802186641538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/05/seria-aqui-o-incio-do-mosaico.html' title=''/><author><name>Joan</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04588692176315105537</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111637515074577100</id><published>2005-05-17T17:05:00.000-07:00</published><updated>2005-05-17T17:12:30.750-07:00</updated><title type='text'>Abstract_Zakaria</title><content type='html'>O texto de Zakaria analisa a política externa americana em dois períodos: entre 1865 e 1889 e entre 1889 1908. Constata que no primeiro período citado, embora fosse possível reconhecer um sentimento expansionista, os Estados Unidos estavam mais preocupados com a reconstrução do país devido a guerra civil e com a industrialização do sul. O autor também menciona um conflito entre os poderes legislativo e executivo, que dificultava ainda mais a aprovação de políticas expansionistas. No segundo período analisado por Zakaria a situação é modificada. Com o fim do conflito entre poderes, a aprovação de idéias expansionistas foi facilitada. Alguns casos citados no texto são a política de portas abertas na China, a construção de um canal no Panamá e a Guerra Hispano-americana, que tornou Cuba um protetorado. Ao expor esses e outros conflitos o autor defende a tese dos realistas clássicos, que acreditavam que a expansão estava relacionada ao poder e deveria ser uma política de Estado. Ao fazê-lo critica as idéia dos realistas defensivos, que acreditavam que a expansão estava ligada à ameaças, supostas ou reais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111637515074577100?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111637515074577100/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111637515074577100' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111637515074577100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111637515074577100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/05/abstractzakaria.html' title='Abstract_Zakaria'/><author><name>Paula Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08733117677194968807</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111629201134468492</id><published>2005-05-16T18:04:00.000-07:00</published><updated>2005-05-16T18:12:35.456-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Resenha sobre o filme "Gangues de Nova York"&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;      O filme “Gangues de Nova York” trata sobre a chegada dos imigrantes irlandeses à América e os choques destes imigrantes com os norte-americanos. Em meados do século XIX, Nova York era uma cidade dividida por facções, onde imperava a desordem e o caos. O protagonista da história, Amsterdam Vallon, tem seu pai assassinado em uma briga entre sua gangue e um grupo rival, liderado por Bill “açogueiro”. Após passar a infância em um internato, Vallon começa uma busca incansável pelo causador da morte de seu pai, unindo para isso a comunidade irlandesa da cidade. Após uma batalha de proporções épicas, Amsterdam Vallon finalmente derrota seu inimigo, vingando a morte de seu pai.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;      O filme desfaz a idéia que havia na época, por parte dos imigrantes, de que os Estado Unidos era um país onde reinavam a tolerância religiosa, a democracia, a total liberdade e a prosperidade. Existia um claro preconceito contra os imigrantes, principalmente de origem irlandesa, e contra os católicos, já que a religião predominante nos EUA era o puritanismo. A democracia insipiente dificultava ainda mais a vida das minorias. Piorando ainda mais a situação já calamitosa, durante este período houve a abolição da escravidão e o inicio da Guerra Civil dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;      Desta maneira, conclui-se que o chamado “sonho americano” existia somente na imaginação dos imigrantes europeus, tendo em vista que a real situação vivida nas cidades norte-americanas era totalmente oposta a esta imaginada por milhares de pessoas que, deixando suas terras na Europa em busca de liberdade e prosperidade, encontraram apenas preconceito e graves dificuldades no outro lado do Atlântico.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111629201134468492?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111629201134468492/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111629201134468492' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111629201134468492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111629201134468492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/05/resenha-sobre-o-filme-gangues-de-nova.html' title=''/><author><name>Tiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16311810579794187193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111534254449777681</id><published>2005-05-05T18:19:00.000-07:00</published><updated>2005-05-05T18:25:18.723-07:00</updated><title type='text'>E Pluribus Unum</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;"&gt;Esta frase em latim significa “de muitos, um” e foi escolhida como lema do novo país, constando em muitos símbolos oficiais, a fim de representar o surgimento de um país unificado, nascido de uma pluralidade de idéias e interesses. Justamente devido a esta pluralidade, não foi fácil sustentar esta união para além das lutas contra os colonizadores. A proclamação da independência não gerou um sentimento nacional e não era forte o suficiente para fazer ascender daí uma nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes ainda da independência das treze colônias, Benjamin Franklin, um dos mais famosos intelectuais do século XVIII, havia proposto os “Artigos de uma Confederação e União Perpétua”, já num esforço de criar este sentimento comum, que viria a ser essencial na consolidação dos Estados Unidos da América enquanto potência. Mais tarde, uma comissão, baseada neste texto, passou a elaborar uma Constituição, que foi discutida durante vários meses na Convenção da Filadélfia. O longo tempo de tramitação desta Carta Magna é um indicativo da pluralidade de idéias e objetivos e a dificuldade de consenso em torno de algumas questões. Um dos mais sérios debates travados questionava se era desejável um governo central forte ou liberdade para as colônias agirem com mais autonomia, debate este que, mal resolvido, contribuiu com a proclamação da Guerra Civil Americana no século XIX. Em 1787 fica pronta a Constituição, e em 1790 a mesma é ratificada pelo Congresso. O texto, com claras influências do liberalismo, é totalmente inovador desde o princípio, com a expressão: “Nós, o povo dos Estados Unidos...” (ainda que de fato não houvesse um sistema de participação política democrático), até os princípios estabelecidos, como a tripartição de poderes idealizada por Montesquieu, o presidencialismo e o federalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por seu caráter bastante amplo, a Constituição norte-americana teve sua durabilidade assegurada estabelecendo princípios gerais e vagos o suficiente para que, até hoje, mantenha-se atual. Para isso conta com o indispensável suporte da Suprema Corte dos Estados Unidos, que funciona como um constante atualizador desta, por ser o único tribunal com autoridade para interpretá-la e por fazer esta exegese vinculante em relação aos tribunais inferiores, além de decidir sobre a constitucionalidade das leis estaduais e das decisões presidenciais. Desta maneira, mantém-se moderna e enxuta, dispensando as centenas de artigos tão comuns nas Constituições mundo afora, e sendo ainda um motivo de grande orgulho para esta Nação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111534254449777681?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111534254449777681/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111534254449777681' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111534254449777681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111534254449777681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/05/e-pluribus-unum.html' title='E Pluribus Unum'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00628901493763603760</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111396025081345339</id><published>2005-04-19T18:19:00.000-07:00</published><updated>2005-04-19T18:24:10.816-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Crises&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Grécia&lt;/em&gt;: A Grécia queria sua autonomia e obteve a ajuda da Rússia, que visava o enfraquecimento do Império Turco-Otomano para conseguir dominar os estreitos que lhe dariam saída para mar quente. Os ingleses intervêm na guerra para conter o expansionismo russo, nisso, a Rússia faz um acordo com os Turco-Otomanos, conseguindo assim a passagem pelos estreitos sem precisar derrotar o exército inglês. A Grécia consegue sua independência e um príncipe neutro é colocado no poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Egito&lt;/em&gt;: O Paxá do Egito tinha grande força e começou a exigir autonomia e hereditariedade, os Otomanos discordam, são invadidos, e começam a perder diversas batalhas. A França não queria o fortalecimento do Egito por causa da proximidade com a Argélia(colônia francesa) e a Inglaterra pois via que o fim do Império Turco-Otomano causaria um desequilíbrio europeu; Com a mediação dos dois países, o Egito se torna independente mas devolve os territórios conquistados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bélgica&lt;/em&gt;: Com o Congresso de Viena, a Bélgica e a Holanda uniram-se no reino dos Países Baixos. Mas, os católicos belgas não queriam um soberano protestante e exigiam uma autonomia maior. As más colheitas e o aumento dos preços de alimentos, entre outros, aumentou a insatisfação do povo. A população iniciou uma revolta, Guilherme I enviou um exército para Bruxelas, este foi rapidamente derrotado. A independência da Bélgica foi proclamada na Conferência de Londres em 1831.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Portugal&lt;/em&gt;: A revolução do Porto, foi um movimento liberal ocorrido em 1820 que tinha como bases políticas idéias Iluministas e foi motivado pela insatisfação com o general inglês que governava Portugal, pela permanência da Corte no Brasil e pelas dificuldades encontradas pela burguesia mercantil. O movimento armado foi vitorioso, criando assim uma Junta Provisória de Governo e pressionando a volta da Corte para Portugal que deve que aceitar o regime de monarquia constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Congressos:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Aix-la-Chapelle&lt;/em&gt;(1818): contou com a presença da Inglaterra, Áustria, Prússia, Rússia e França. Tinha como objetivo resolver os problemas europeus seguintes as guerras Napoleônicas. Ficou decidido que a França pagaria indenizações menores do que as pré-estabelecidas e que os exércitos que ocupavam seu território seriam retirados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Troppau&lt;/em&gt;(1820): nele foi assinado um protocolo que visava uma ação coletiva contra revoluções, porém este não agradou a todos e não foi assinado nem pela França nem pela Inglaterra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Laibach&lt;/em&gt;(1821): o congresso confirmou o princípio de intervenção armada e ficou decidido que haveriam intervenções em Nápoles e na Sicília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Verona&lt;/em&gt;(1822): reuniu as potências integrantes da Santa Aliança além da Inglaterra, da França e de soberanos italianos, dele ficou decidido que seria enviada uma expedição para a Espanha como apoio à Fernando VII que lutava contra os liberais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Guerra da Criméia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rússia, querendo voltar a dominar os estreitos que lhe garantem saída para mar quente (Bósforo e Dardanelos) invade o Império Turco-Otomando e é reprimida pelos exércitos Inglês e Francês. Essa guerra foi o último conflito do Concerto Europeu e serviu para retorno francês ao cenário de poder europeu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111396025081345339?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111396025081345339/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111396025081345339' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111396025081345339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111396025081345339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/04/crises-grcia-grcia-queria-sua.html' title=''/><author><name>leila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10760773745309128413</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111352924428075624</id><published>2005-04-14T18:18:00.000-07:00</published><updated>2005-04-14T18:40:44.280-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Napoleão foge de Elba durante Congresso de Viena!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;        Enquanto os líderes das potências européias - Inglaterra, Império Autríaco, França, Rússia e Prússia - se reuniam em Viena, com o objetivo de reestabelecer a ordem vigente antes da revolução que tirou o rei Bourbon do trono francês, Napoleão Bonaparte conseguiu fugir de seu exílio na ilha de Elba.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;        Ao desembarcar em território francês, Napoleão foi recebido como herói nacional pela população. Mesmo as tropas enviadas para conter o exército montado por Napoleão foram convecidas a mudar de lado e agora ameaçam se voltar contra o próprio rei.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;        Há quem afirme que as tropas napoleonicas já se aproximam da cidade de Paris. Este boate fez com que já começassem especulações sobre uma possível aliança entre as potências da Europa afim de pôr fim a este contra-ataque de Napoleão.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111352924428075624?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111352924428075624/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111352924428075624' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111352924428075624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111352924428075624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/04/napoleo-foge-de-elba-durante-congresso.html' title=''/><author><name>Tiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16311810579794187193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111343931213820215</id><published>2005-04-13T17:21:00.000-07:00</published><updated>2005-05-10T13:04:48.610-07:00</updated><title type='text'>Europa legítima</title><content type='html'>Viena foi palco de um congresso que reuniu as principais potências européias. Áustria, Inglaterra, Rússia, Prússia, França, Portugal, Espanha e a Santa Sé enviaram representantes ao congresso para discutir o futuro da Europa após o período napoleônico. Restabelecer governos legítimos e estabelecer a paz no continente, através do equilíbrio de forças e da solução de questões territoriais oriundas das guerras napoleônicas, eram os principais objetivos do congresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O representante francês, Talleyrand, defendeu o princípio da legitimidade, alegando que o governo de Napoleão Bonaparte foi ilegítimo e, por isso, um erro. Foi apoiado pela maioria das potências presentes, principalmente pelo czar Alexandre I. Esse, propôs a formação da Santa Aliança, um exército que protegerá a paz, a justiça e a religião. Ao final das negociações, Áustria e Prússia, juntamente com os russos, concordaram em fazer parte dessa aliança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta inglesa no congresso foi deixar o revanchismo de lado durante as negociações, o que permitiria a melhor maneira de estabelecer o equilíbrio no continente. Entretanto, questões territoriais originaram alguns conflitos entre as potências. França e Santa Sé divergiram sobre as terras pertencentes à Igreja antes de Napoleão subir ao poder. Já a Prússia, que reivindicou territórios na Saxônia e na Polônia, entrou em conflito com os interesses austríacos e russos. Hardenberg, o representante prussiano em Viena, alegou que esses territórios eram, por direito, da Prússia. Sua argumentação baseou-se nos Tratados de Kalish, Teplitz e Chaumont, que garantiam à Prússia sua extensão territorial. Contudo, ao final do congresso, a Prússia apenas conseguiu anexar parte da Polônia e da região do rio Reno, e ameaçou utilizar a força para ter suas reivindicações atendidas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111343931213820215?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111343931213820215/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111343931213820215' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111343931213820215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111343931213820215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/04/europa-legtima.html' title='Europa legítima'/><author><name>Paula Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08733117677194968807</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111275268062476949</id><published>2005-04-05T18:54:00.000-07:00</published><updated>2005-04-05T18:58:00.626-07:00</updated><title type='text'>“Europa antes e depois de Napoleão”</title><content type='html'>Napoleão Bonaparte foi instituído no poder, graças ao golpe do 18 Brumário, numa sociedade atormentada, onde uma burguesia encontrava-se insatisfeita com os jacobinos e ameaçada externamente pela aliança entre as monarquias tradicionais. Era o fim do processo revolucionário na França, mas, o início de um novo período na História mundial. Recém-chegado ao poder, Napoleão realizou reformas em diversas áreas: criou o Banco da França e o Franco, assinou uma Concordata com a Igreja Católica, reorganizou o sistema educacional formando os Liceus, além de ter estabelecido um código civil que serviu de inspiração para inúmeras sociedades que o precederam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Com forte apoio popular, em 1804, Napoleão consagrou-se imperador através de um plebiscito, e a partir de então, intensificou uma vasta expansão territorial, sob o pretexto de "libertar" os povos oprimidos pelas tiranias conservadoras. Porém, como P. Johnson analisou, essas "guerras de libertação", por mais que fossem sustentadas pela ideologia iluminista e houvessem o reconhecimento da Igreja Católica, eram na verdade movidas sobretudo pelo fervor imperialista de Napoleão, que encontrava nesse método sua forma de legitimar-se como Imperador. Em todo caso, o seu incrível sucesso militar modificou profundamente a posterioridade. A começar pelo exército formado por cidadões comuns incorporados pela levée en masse, a aparição do conceito de guerra total, o fomento ao nacionalismo, e o surgimento da tradição do "homem providencial", em outras palavras, o líder carismático. Alem disso, mesmo após sua derrota em 1815, sua influência fez-se presente: a Europa conheceu uma depressão econômica devido às guerras, o antigo feudalismo foi formalmente abolido, e as fronteiras nacionais fortaleceram-se em geral juntamente com os Estados monárquicos, que se agruparam através do Congresso de Viena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  P. Johnson reconhece que os franceses teriam boas razões para admirar Napoleão, afinal de contas devem-lhe a unificação de um país que estava à beira da desintegração. No entanto, o autor lembra que todas as reformas e todos os avanços alcançados na França foram obtidos de maneira mais estável e pacífica na Inglaterra e nos países escandinavos, por exemplo. Colocando, desta forma, em questão a herança napoleônica P. Johnson sugere ainda que o legado de Napoleão estaria na origem dos regimes totalitários que marcaram o século XX, fazendo-nos uma séria advertência para o século XXI.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111275268062476949?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111275268062476949/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111275268062476949' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111275268062476949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111275268062476949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/04/europa-antes-e-depois-de-napoleo.html' title='“Europa antes e depois de Napoleão”'/><author><name>leila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10760773745309128413</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111215117271780463</id><published>2005-03-29T18:49:00.000-08:00</published><updated>2005-03-29T18:52:52.720-08:00</updated><title type='text'>Questões sobre o advento da Revolução Francesa e suas conseqüências</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;1 – A classe média deu o primeiro passo revolucionário ao obter uma representação tão grande na assembléia quanto a nobreza e o clero juntos. Este passo, apesar de consideravelmente moderado, foi de grande relevância, pois possibilitou que, posteriormente, os representantes da burguesia reivindicassem a transformação dos Estados Gerais numa assembléia de deputados que votariam individualmente, para que assim tivessem poder para reformar a constituição. Este movimento mostra como a revolução foi idealizada e construída por homens instruídos, baseados nas idéias de filósofos e economistas representantes do liberalismo clássico, e interessados numa efetiva substituição do velho regime: os burgueses capitalistas. Indispensável nesta bem sucedida empresa foi a união dos diversos setores do Terceiro Estado, além de uma grave crise sócio-econômica que assolava a França e deixava expostos os sinais de fraqueza do regime vigente. Assim houve pleno espaço para revoltas capitaneadas por oportunistas e injustiçados, no caso de burgueses e camponeses respectivamente, sendo que estes nunca deixaram de sê-lo, e aqueles passaram de seus companheiros a seus carrascos após o estabelecimento do capitalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – No livro “A Revolução Francesa”, Albert Soboul afirma categoricamente que o papel histórico da Revolução Francesa foi o de assegurar, pela destruição da feudalidade, a transição para a sociedade capitalista. Segundo ele, o principal fundamento para a aniquilação do regime feudal foi a mudança que ocorreu na maneira de pensar dos cidadãos: a partir do momento em que a sensação de liberdade toma conta do povo, seja pela possibilidade de enriquecimento pelo comércio, seja pela esperança de participação política, um regime como o feudal não tem mais como se manter. É aí que entra a Revolução Francesa, que com seus ideais liberais faz brotar uma nova realidade, tornada irreversível por igualmente irreversível ser o contato do povo com os clássicos ideais de igualdade, liberdade e fraternidade, criando de uma vez por todas as condições para o nascimento de uma nova sociedade capitalista, que viria a abrir espaço a descobertas científicas, técnicas, artísticas e econômicas que nunca conquistariam terreno numa sociedade feudal.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111215117271780463?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111215117271780463/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111215117271780463' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111215117271780463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111215117271780463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/03/questes-sobre-o-advento-da-revoluo.html' title='Questões sobre o advento da Revolução Francesa e suas conseqüências'/><author><name>Francisco</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00628901493763603760</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111197096496076608</id><published>2005-03-27T16:49:00.000-08:00</published><updated>2005-03-27T16:49:24.960-08:00</updated><title type='text'>Tarefa 6: Allons enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivé.</title><content type='html'>1) Baseado na leitura do texto de Hobsbawn,  " A Era das Revoluções",&lt;br /&gt; discuta o papel da burguesia na Revolução Francesa?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 2) Porque Soboul em " A Revolucão Francesa"  afirma que a Revolução Francesa é uma etapa necessária da transição do feudalismo para o capitalismo?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 3) Destaque, no longo prazo, a importância do período do terror jacobino e da radicalizacao revolucionária, para o impacto que a Revolução Francesa teria na história dos séculos seguintes, segundo a perspectiva de Hobsbawn em "Ecos da Marselhesa"?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Cada grupo só precisa responder a DUAS das tres perguntas, sendo que a primeira é obrigatória.  Cada pergunta deve ser respondida em apenas um parágrafo.  Deadline: Terça, 29/03, meia-noite. Bom trabalho a todos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111197096496076608?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111197096496076608/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111197096496076608' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111197096496076608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111197096496076608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/03/tarefa-6-allons-enfants-de-la-patrie.html' title='Tarefa 6: Allons enfants de la patrie, le jour de gloire est arrivé.'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111154046500747662</id><published>2005-03-22T17:09:00.000-08:00</published><updated>2005-03-22T17:14:25.010-08:00</updated><title type='text'>Finalmente chega ao fim...</title><content type='html'>Hoje, dia 24 de outubro de 1648, em Westfalia, chega ao fim a guerra que desde 1618 vinha modificando a Europa religiosa e politicamente. A guerra teve sua primeira batalha quando o imperador Fernando II, com a ajuda das tropas e do tesouro espanhol, dos católicos alemães e do Papado, invadiu e derrotou os protestantes da Boêmia, instaurando o catolicismo como religião obrigatória. Essa vitória foi um estímulo para reduzir o poder dos príncipes protestantes da Alemanha, que, mesmo com a ajuda vinda da Inglaterra, Dinamarca e Holanda, foram derrotados pelo imperador em 1629.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve então a promulgação do Edito da Restituição, o qual exigia a devolução das áreas da Igreja controladas pelos protestantes. Vendo que a situação dos protestantes estava bastante prejudicada, o rei Gustavo Adolfo da Suécia manda ajuda militar, conseguindo duas vitórias importantes, em 1631 (Brietenfeld) e 1632 (Lützen). Em 1634, com a entrada da Espanha, ao lado do imperador, e da França, contrária a ele, a guerra tomou maiores proporções, se estendendo por quase todo o continente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, vocês devem estar entendendo melhor a importância do dia de hoje, que será eternamente lembrado. A declaração da Paz de Westfalia foi o último passo de quatro anos de negociações e veio para por um fim nas diferenças político-religiosas, causadoras da guerra. Porém, esta não foi a única consequência das batalhas, os imperadores Habsburgos perderam quase toda a autoriade e posição dominante na Europa Ocidental, os Estados do Sacro Império Romano se desvincularam, adquirindo soberania plena e a França já está sendo apontada como uma nova potência. Poderemos agora, portando, respirar aliviados, pois a matança chegou ao fim, resta saber por quanto tempo seremos agraciados pela Paz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111154046500747662?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111154046500747662/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111154046500747662' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111154046500747662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111154046500747662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/03/finalmente-chega-ao-fim.html' title='Finalmente chega ao fim...'/><author><name>leila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10760773745309128413</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111109765184253417</id><published>2005-03-17T14:10:00.000-08:00</published><updated>2005-03-17T14:14:11.843-08:00</updated><title type='text'>A Paz de Vestfália</title><content type='html'>A Paz de Vestfália, acordo que pôs fim à Guerra dos 30 anos – disputas entre católicos e protestantes – é considerada por muitos como sendo o marco de criação da idéia de soberania entre Estados Nacionais.&lt;br /&gt;Adam Watson defende essa exata noção em seu livro, The Evolution of International System. Segundo o autor, somente após a assinatura do tratado, em 1648, foi reconhecida a autoridade de um governo sobre um determinado território e sua população.&lt;br /&gt;No entanto, há autores, como Stephen Krasner, que defendem que a soberania é um processo em construção até hoje, e não possui um marco inicial definitivo. Krasner diz que antes mesmo do tratado já havia entidades políticas com autoridade sobre um determinado território, como por exemplo a Inglaterra. Mesmo após a Paz de Vestfália, a soberania de diversos países já foi violada, como é o caso do leste europeu.&lt;br /&gt;Desta maneiro, conclui-se que não há uma posição unânime quanto à verdadeira origem do reconhecimento mútuo por parte dos Estados, nem meso se este processo já está pronto ou se ainda está se contruindo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111109765184253417?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111109765184253417/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111109765184253417' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111109765184253417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111109765184253417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/03/paz-de-vestflia.html' title='A Paz de Vestfália'/><author><name>Tiago</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16311810579794187193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111093545111360955</id><published>2005-03-15T17:08:00.000-08:00</published><updated>2005-03-15T17:10:51.116-08:00</updated><title type='text'>Perry Anderson X Charles Tilly: um debate dialético sobre a centralização do poder nos Estados Nacionais Europeus</title><content type='html'>Guerras, fome, a peste bubônica e a conseqüente crise demográfica atingiram a Europa no século XIV e desencadearam mudanças na estrutura feudal. A baixa populacional provocou a superexploração dos servos, que se rebelaram contra os senhores feudais. O Estado moderno foi criado em uma tentativa de conter essas revoltas e garantir a segurança. Os textos de Charles Tilly e Perry Anderson, "Coerção, capital e Estados europeus" e "Linhagens do Estado Absolutista", respectivamente, tratam desse processo de centralização do poder.&lt;br /&gt;Anderson, seguindo a dialética marxista, defende que o absolutismo não foi um acordo entre a aristocracia e a burguesia e também discorda da idéia de que seja um meio utilizado pelos burgueses contra a nobreza. Para ele, a monarquia absoluta é apenas uma nova forma política de reorganizar a sociedade feudal. O domínio aristocrático foi mantido assim como suas propriedades e privilégios, embora os meios pelos quais isso era feito assegurassem os interesses das classes mercantis e de manufatureiros emergentes.&lt;br /&gt;Já Tilly explica a formação dos Estados citando Weber: "o Estado é uma comunidade humana que reivindica (com sucesso) o monopólio do uso legítimo de força física dentro de um determinado território". Para ele, o desarmamento dos civis e a formação dos exércitos nacionais proporcionam ao Estado meios coercitivos mais eficientes. A guerra, gerada basicamente pela tentativa dos Estados de ampliar seu dominio, é um instrumento de consolidação do Estado Absolutista pois para que ela ocorra é necessaria a geração de uma série de atividades burocráticas como a arrecadação de impostos, para formar exércitos e arcar com os custos de guerra, e a diplomacia.&lt;br /&gt;Concluindo, para ambos, a guerra pode ser considerada um fator essencial para a formação e consolidação dos Estados Nacionais europeus, citando no desenrolar de seus textos (principalmente no caso de Tilly) os esforços dos Estados para manter a máquina da guerra sempre ativa, por meio de diversos impostos, seguindo diferentes táticas de desenvolvimento desta indústria armamentista e até de endividamento, que vêm a se demonstrar relevante no futuro destas nações&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111093545111360955?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111093545111360955/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111093545111360955' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111093545111360955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111093545111360955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/03/perry-anderson-x-charles-tilly-um.html' title='Perry Anderson X Charles Tilly: um debate dialético sobre a centralização do poder nos Estados Nacionais Europeus'/><author><name>leila</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10760773745309128413</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111049445336684558</id><published>2005-03-10T14:38:00.000-08:00</published><updated>2005-05-10T13:07:18.256-07:00</updated><title type='text'>ASCENSÃO E QUEDA DAS GRANDES POTÊNCIAS (Capítulo 1)</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Embora nos dias atuais possa nos parecer óbvio, a promessa de uma hegemonia européia não era um fato evidente ainda no século XVI. Pelo contrário, a sua primazia na esfera global poderia ser até considerada pouco provável, se levarmos em consideração a existência dos impérios que se espalhavam por vastos territórios, tais como: o Ming, o Otomano ou o Mongol. Porém, o continente possuía características únicas que se revelaram essenciais para sua ascensão, e traços que aparentemente representavam uma fraqueza foram vitais para seu chamado “milagre”. Podemos destacar por exemplo, a falta de um poder centralizado que, estimulou uma corrida armamentista e colonial, fortalecidas ainda mais pelos avanços científicos e tecnológicos do Renascimento. Além disso, a existência de uma economia de mercado em expansão, uma falta de rigidez cultural e ideológica que possibilitou o advento do racionalismo, e até mesmo condições geográficas, podem ser apontadas como fatores que distinguiram a Europa das demais regiões&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111049445336684558?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111049445336684558/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111049445336684558' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111049445336684558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111049445336684558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/03/ascenso-e-queda-das-grandes-potncias.html' title='ASCENSÃO E QUEDA DAS GRANDES POTÊNCIAS (Capítulo 1)'/><author><name>Paula Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08733117677194968807</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-111033038765884170</id><published>2005-03-08T17:05:00.000-08:00</published><updated>2005-03-08T17:06:27.660-08:00</updated><title type='text'>After Victory- Capítulo 1 – O problema da ordem internacional</title><content type='html'>Historicamente, em todo pós-guerra ocorre uma cisão entre vencedores e vencidos. Neste ínterim, são costurados acordos entre estas nações que objetivam estabelecer uma nova ordem, acordos estes, que por motivos óbvios, são formulados segundo as pretensões das nações vencedoras. A grande questão presente é: como os Estados constroem estas novas ordens e a fazem durar? As nações vencedoras, que saem fortalecidas no pós-guerra, têm basicamente três opções a seguir: Dominar as nações enfraquecidas, abandoná-las e ir para casa, ou transformar esta posição favorável num longo período de tranqüilidade baseado na submissão dos outros estados. A terceira opção tem sido historicamente a mais escolhida, porém, os meios de exercê-la estão em constante transformação. Recentemente, a estratégia utilizada tem sido a da institucionalização, que visa a aglutinar as nações num emaranhado de órgãos liderados pelas nações fortalecidas, que os utilizam como mecanismos de controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro do debate sobre as fontes da ordem internacional é comum, apesar de irreal, a divisão entre os que defendem a importância da força neste processo e os que defendem a institucionalização. Verdadeiramente, cada nação lida de maneira diferente com estes dois aspectos, havendo então a necessidade de um estudo mais aprofundado para melhor entendermos o resultado disso. A tradição neo-realista nos oferece duas visões diferentes da formação da ordem na política mundial: balança de poderes e hegemonia. A primeira afirma que a ordem que nasce é resultado de pressões de diversas origens ou reflexo de regras formalizadas de equilíbrio. A segunda defende que é o grupo dominante, cujo maior poder foi reafirmado pela guerra, que define os termos dos acordos do pós-guerra. Nenhuma das duas visões explica por inteiro a crescente presença das instituições nos recentes acordos, nem a evolução destes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formulam-se então novas teorias, a maioria mais voltada ao entendimento dos acordos pós-guerra do século XX, tentando explicar a real importância das instituições nestes cenários. As teorias liberais vêem as instituições de maneira pragmática, como órgãos de mútuo apoio das nações fortalecidas que visam a atender prontamente suas necessidades. As teorias construtivistas qualificam as instituições como entidades moldadas à semelhança das nações que a compõem, possuindo as mesmas características individuais que estas. Há uma terceira posição que considera que as instituições são igualmente repressoras e incentivadoras, agindo de maneiras diferentes em momentos diferentes, não assumindo assim uma característica constante. Todas estas teorias, porém, são igualmente incompletas no entendimento das políticas de ordenação no pós-guerra, não esclarecendo suas características nem as razões de sua estabilidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-111033038765884170?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/111033038765884170/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=111033038765884170' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111033038765884170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/111033038765884170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/03/after-victory-captulo-1-o-problema-da.html' title='After Victory- Capítulo 1 – O problema da ordem internacional'/><author><name>Paula Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08733117677194968807</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-11139351.post-110960609453197319</id><published>2005-02-28T07:54:00.000-08:00</published><updated>2005-03-04T12:34:30.653-08:00</updated><title type='text'>Contra a força não há argumentos.</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/163/3835/640/bismarck.1.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/163/3835/400/bismarck.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Chanceler de Ferro &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/11139351-110960609453197319?l=ottobismarck.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ottobismarck.blogspot.com/feeds/110960609453197319/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=11139351&amp;postID=110960609453197319' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/110960609453197319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/11139351/posts/default/110960609453197319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ottobismarck.blogspot.com/2005/02/contra-fora-no-h-argumentos.html' title='Contra a força não há argumentos.'/><author><name>professor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11919576689326565821</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
